Ideia:

Uma ideia é uma coisa poderosa, mas indescritível. Não sabemos de onde elas vêm, mas sabemos que quando a sua hora chega, temos a obrigação de colocá-las em prática - tem sido o caso com a ideia Re-food.

 

 

Projecto:

O projeto Re-food começou com a recolha de alimentos numa área de sete quarteirões de Lisboa com um voluntário e uma bicicleta. A fim de 30 dias passou a 30 voluntários e 30 parceiros de fontes de alimentos (a imagem acima é desse tempo). O projecto evoluiu rapidamente, atraindo voluntários do mesmo bairro onde as recolhas ocorriam. Ganhou um prémio (e publicidade em todo o mundo) em seis meses e começou a expandir-se por todo o bairro. Em seguida, começou a replicar, duplicando os seus núcleos de ano para ano nos primeiros 4 anos (1; 2; 4; 8). No 5º ano, triplicou de 8 a 24 núcleos, passando para a multiplicação exponencial.

 

 

Movimento:

Os movimentos não são lançados, eles surgem, nascidos da vontade das pessoas que são movidas para apoiar uma causa comum e mudar o mundo ao seu redor. Assim aconteceu com o Movimento Re-food. O nosso crescimento exponencial não é uma questão de eficácia do nosso modelo operacional (embora seja bastante eficaz), é sim uma consequência direta da vontade das pessoas nas suas comunidades - a boa vontade de pessoas que se preocupam e se atrevem a mudar o mundo ao seu redor.