A cultura atual de superprodução e desperdício não é sustentável. Um terço de todos os alimentos produzidos no planeta Terra acaba no lixo, nunca alcançando os pratos de quem necessita.

Uma em cada oito pessoas não tem acesso aos alimentos de que necessita. Isso é verdade a nível mundial, mas também a nível local - na sua comunidade e na nossa, boa comida é desperdiçada todos os dias, enquanto alguns dos nossos concidadãos passam fome.

A Re-food inverte estas tendências negativas, proporcionando um exemplar trabalho tridimensional de sustentabilidade ao nível da comunidade: económico, ambiental e social.

 

Sustentabilidade Económica

A Re-food é alimentada pela boa vontade: todos os alimentos são doados livremente pelos parceiros de fontes de alimentos, todo o trabalho é executado por voluntários motivados pela boa vontade, o espaço operacional é doado sem custos e as despesas operacionais inevitáveis são muito baixas - média de cerca de 250€  por mês (facilmente financiados pela boa vontade da comunidade em geral).

Os milhares de refeições que são resgatados e entregues a cada mês por cada núcleo da Re-food são produzidos por menos de 10 cêntimos cada (e são claro, entregues sem custo).

A sustentabilidade económica flui da eficácia do modelo e da boa vontade da comunidade.

 

Sustentabilidade Ambiental

Cada refeição resgatada reduz o impacto negativo da biomassa que degrada o meio ambiente em aterros, enquanto que o foco da comunidade no modelo da Re-food nos permite maximizar a recolha de alimentos, minimizando a nossa pegada ecológica - a maior parte do trabalho de recolha pode ser realizado por equipas de a pé ou de bicicletas. Além disso, os veículos elétricos generosamente doados  à Re-food ajudam a manter nossa alta produtividade e baixo impacto ambiental.

 

 Sustentabilidade Social

A interação positiva de muitos e diversos voluntários, de diferentes gerações, produz um ambiente de cooperação e boa vontade que permite que o trabalho da Re-food seja realizado. O impacto social tangível é provado pelos efeitos positivos sobre os voluntários e na comunidade em geral, sendo o modelo de organização simples e inclusivo, garantindo a sustentabilidade humana e o crescimento exponencial do Movimento Re-food.