O movimento Re-food gera um impacto significativo em cada comunidade local a vários níveis, atendendo a uma variedade de necessidades: as pessoas que precisam de nutrição são alimentadas; outras pessoas que sentem a necessidade de ajudar podem fazê-lo de uma forma viável, eficiente e agradável; as pessoas que sentem a necessidade de contribuir materialmente para o bem-estar da sua comunidade podem fazê-lo de uma maneira direta e gratificante.

 

Primeiro Impacto

 

A Re-food ajuda as pessoas que lutam com a insegurança alimentar nas comunidades locais. A prioridade é dada aos membros mais vulneráveis da comunidade: crianças, idosos, deficientes - mas toda e qualquer pessoa que precisa de comida é bem-vinda e poderá receber apoio da Re-food.

 

Quem recebe comida de Re-food?

 

Os nossos avós e avôs, tios e tias, mães e pais, irmãos e irmãs - nossos filhos, nossa família, nossa comunidade.

 

Evolução do Impacto

 

No início de 2011, um voluntário numa bicicleta recolhia alimentos de 30 restaurantes num dia - resgatando comida suficiente para alimentar cerca de 50 pessoas com necessidades, 5 dias por semana. A este voluntário juntaram-se outros 30 em menos de 30 dias eram 100 até o final do ano e foram servindo refeições a muitas mais pessoas. Após 5 anos, existem 25 núcleos Re-food que operam em todo o país, onde mais de 4.000 voluntários estão atualmente (inicio de 2016) a resgatar 46.000 refeições por mês a partir de mais de 900 parceiros de fontes de alimentos (restaurantes, supermercados e agricultores) e servem 2.500 pessoas, 5 ou 6 dias por semana.

 

Inclusão

 

No Movimento Re-food, a inclusão começa mas não termina com os membros mais vulneráveis da comunidade. Na Re-food, a inclusão é uma ideia implícita - a nossa missão obriga-nos a chegar a toda a comunidade e a incluí-los no processo.


Pessoas com fome são alimentadas, mas pessoas com fome ajudam os outros também através da participação no Movimento Re-food - cada voluntário "incluído" no nosso trabalho também é beneficiário.


Deitar comida fora em perfeitas condições é um ato de exclusão, enquanto que o ato de recolha de boa comida - praticado pelo pessoal que trabalha nas cozinhas dos nossos parceiros - inclui-os, como os primeiros intervenientes na sequência de valor acrescentado que é Re-food.


Todas as empresas têm o dever de responsabilidade social, mas nem todas as empresas têm a oportunidade de cumprir esse dever. A Re-food tem a obrigação de convidar todas as instituições públicas e privadas e todas as empresas na comunidade a participar do Movimento Re-food - cada um na forma e medida que seja mais adequado à sua realidade. O nosso convite é um ato de inclusão, cada entidade é convidada a responder de acordo com seu próprio interesse, disponibilidade e boa vontade.


Para a Re-food é simples, se não convidamos, não estamos a praticar a inclusão.

 

Transformação

 

O nosso objetivo é facilitar a transformação das vidas dos nossos parceiros e beneficiários.

É nossa obrigação convidar todos e quaisquer fornecedores de serviços compatíveis para se juntarem a nós num esforço para fornecer os serviços necessários aos nossos Beneficiários.

Encontramo-nos numa posição privilegiada, interagindo numa base quase diária com os nossos beneficiários - nós conhecemo-los bem e podemos encaminhá-los para outras opções com valor (serviços prestados gratuitamente pelos nossos parceiros em cada comunidade local). Juntos, podemos melhorar a qualidade das suas vidas: visitas para aqueles que estão sozinhos; apoio legal para quem precisa, dentista para aqueles que tem dor; preparação e / ou serviço de babysiting para aqueles que procuram emprego ou formação.

Em todos os casos e em cada intercâmbio, um sorriso e uma palavra amável pode aumentar a qualidade de vida de todos os envolvidos.