núcleos refood Ribatejo

Coruche

A ideia de criação de um núcleo de Coruche surgiu em fevereiro de 2014 com uma pergunta no facebook de uma das pioneiras “porque não em Coruche?”. Após o contacto com várias pessoas ligadas a IPSS e possíveis fontes de alimento percebemos que havia uma oportunidade por explorar e avançámos para a fase seguinte.

Iniciámos os contactos com amigos e a procura de informação necessária para criar um núcleo.

Foi-se juntando um grupo de pessoas até que no dia 24/03/2015 fizemos a 1ª reunião de pioneiros.

Um grupo de pessoas, jovens, ativas e com muita vontade de abrir um núcleo da re-food em Coruche meteu mãos à obra.

A reunião sementeira ficou agendada para dia 15 de maio e para além das ações definidas na metodologia da Re-Food para de criação de núcleos, fizemos várias ações de divulgação do projeto no sentido de o adaptar à realidade rural do concelho de Coruche.

Com a colaboração da comunidade, conforme princípio fundamental da re-food, fizemos uma ação de distribuição de laranjas para chamar a atenção para o desperdício da agricultura, começando desde cedo a direcionar a atenção para este tipo de fonte de alimento.

Participámos em eventos organizados pelo município com vista a divulgar o projeto e a reunião sementeira. A 15 de maio realizámos a reunião sementeira com aproximadamente 100 pessoas. Esperávamos mais.

Após a reunião sementeira desenvolvemos o trabalho conforme metodologia definida pela Re-food, sendo que por razões várias muitos dos pioneiros abandonaram o projeto tendo-se assistido à entrada de outras pessoas que estão a acabar a fase de investigação.

De modo a perceber como é que o projeto se pode adaptar a um contexto mais rural e a demonstrar à comunidade a relevância do mesmo, desenvolvemos uma atividade de distribuição de fruta durante o verão de 2015 que resultou na distribuição de 1.4 toneladas de fruta em cinco semanas, tendo resultado de uma parceria com um produtor/ distribuidor local de fruta, as juntas de freguesia e todas as IPSS do concelho. Foi a confirmação do desafio lançado pela Re-food na Feira Nacional de Agricultura de Santarém de considerar o desperdício da agricultura como uma importante fonte de alimento.