O INICIO

 

Ideia

A Re-food começou como uma ideia no final de 2010 (pode ler a história aqui).

 

Projeto

Durante as primeiras 10 semanas de 2011, foi feito muito trabalho preliminar: investigação de fontes de alimentos (285), possíveis parcerias (da Igreja ao governo local) e canais de comunicação para a comunidade (a primeira página da Refood no Facebook foi criada a 25 de janeiro de 2011 e pode ser vista aqui (em breve)).

Deste trabalho de desenvolvimento resultou o nascimento do Projeto Re-food que foi lançado no dia 9 de março de 2011, com as primeiras recolhas de alimentos e entregas (temos operado continuamente desde então).

Nas 14 semanas seguintes, o aumento da participação popular, a eficiência operacional e os benefícios óbvios produzidos, criaram a necessidade de formar uma associação para fornecer uma plataforma legal que permitisse a continuação do desenvolvimento do projeto deste microprojecto (que à data funcionava apenas em sete quarteirões da cidade, no coração de Lisboa, Portugal).

 

Associação

A Associação Re-food 4 Good - (uma organização portuguesa sem fins lucrativos) foi formada no dia 18 de julho de 2011 para servir o Projeto já existente.

A constituição formal de Re-food 4 Good está aqui (em breve).

Os artigos originais da constituição estão aqui (em breve).

Como uma entidade legal, Re-food 4 Good foi capaz de apresentar uma candidatura para a primeira edição do "Prémio Voluntariado Juvenil", organizado e financiado pelo Banco Montepio. Dos 121 candidatos foram selecionados apenas 5 finalistas e um vencedor.

O prémio 25.000 € representou o primeiro financiamento institucional para o projeto e permitiu a compra do material necessário para expandir. A atenção mediática resultante proporcionou um aumento exponencial de voluntários - esses cidadãos de boa vontade impulsionaram a primeira expansão.

A atenção mediática gerada naquela época foi local, nacional e mundial: o nosso trabalho foi mencionado em Lisboa, Portugal inteiro e no resto do mundo - através da Associated Press, Agência France Press, Reuters e outros – tudo enquanto continuávamos a operar numa área de 7 quarteirões (pode aceder aos artigos publicados nos media aqui (em breve)).

 

Novo Estatuto

Foi concedido à Re-food 4 Good o estatuto de Instituição Privada de Solidariedade social (ou IPSS) a 15 de abril de 2013 (a certificação do novo estatuto está aqui em breve juntamente com os artigos alterados – aqui (em breve)).

Os regulamentos internos originais da associação pode ser visto aqui (em breve).

 

Evolução

O centro original expandiu operações e o impacto social dentro da vizinhança local e em pouco tempo o modelo foi replicado pela primeira vez (2012).

O rápido crescimento do projecto – com a duplicação do número de centros locais em funcionamento em cada um dos seus primeiros 4 anos (1, 2, 4, 8) - em conjunto com a dispersão geográfica cada vez mais generalizada dos centros que constituídos em todo o país, criaram a necessidade de desenvolvimento de uma estrutura nacional, regional e local, que pode ser vista aqui (em breve).

Os anos de 2014 e 2015, marcaram a transição entre a duplicação anual do número de centros para um crescimento exponencial – em que o número de centros que servem suas comunidades triplicou em 2015 (8-24).

 

Movimento

A ideia que nasceu (2010), se tornou um projeto (2011-2014) é agora um Movimento (2015 ...).

Esse crescimento rápido, incluindo a internacionalização, acompanhada de algumas mudanças na lei que rege as organizações sem fins lucrativos em Portugal, revelou a necessidade de alterar ainda mais os artigos e os regulamentos internos para uma governação mais eficaz deste movimento em constante expansão.

Estes documentos, adotados em Novembro de 2015 e regem atualmente o Movimento Re-food, e podem ser vistos aqui (em breve) e aqui (em breve).

Além disso, um conjunto de documentos, que reúne a sequência e conteúdo do processo de replicação, foram elaborados para fortalecer a nossa capacidade de responder à crescente procura por parte da comunidade interessada em criar novos núcleos. Esses documentos podem ser vistos aqui (em breve).

Atualmente, estamos a desenvolver o "Manual de Gestão Local de Núcleos", que será publicado em 2016 (será disponibilizado assim que for aprovado).

Entretanto, a Direção começou a emitir diretivas para garantir práticas uniformes e controle de qualidade em toda a organização em constante expansão, (as primeiras 12 em 2015). Estes documentos visam informar, formar e reformar os membros do movimento acerca das práticas e processos de cada um dos temas específicos e essências ao funcionamento do Movimento de forma a melhorar a qualidade do nosso trabalho em cada uma das comunidades onde operamos. As 12 diretivas podem ser vistas aqui (em breve).

 

Regulamentação

Novos elementos integraram a Direção e o Conselho Fiscal durante a Assembleia Geral realizada em novembro de 2014 (O Conselho da Assembleia não foi alterado).

Os três Órgãos Sociais e sua composição atual podem ser vistos aqui (em breve).

A Comissão Executiva (formada ao longo de 2015) pode ser vista aqui (em breve).

Relatórios financeiros, orçamentos e planos de atividades, antigos e novos, podem ser vistos aqui (em breve).

 

Transparência Organizacional

O Movimento Re-food e a associação procuram atingir e manter a transparência organizacional.

Cada Centro Re-food tem a obrigação de tornar pública a sua folha de serviços, operações financeiras e todos os dados pertinentes para a comunidade local avaliar (um exemplo deste instrumento pode ser visto aqui (em breve)).

A Direção está determinada em instituir a transparência organizacional em todo o Movimento. A criação e implementação de ferramentas de relatórios, bem além dos exigidos por lei, estão em progresso - 2016 será o ano da Transparência Organizacional para o Movimento Re-food.